Dislechado, mulambento, não sei a palavra certa a ser usada se refirindo a minha pessoa! Feio, fedorento, palhaço, brincalhão (quase sempre nas horas que não devia ser “ironia”), e mesmo assim, não entendo essas pessoas, não digo no geral, mas sim das especiais, especiais para mim é determinado a uma só pessoa, “I.V.”, não sei como ela pode “gostar” de mim, não sei como pode se expor em seu “tumblr” se refirindo a minha pessoa, não diz eu nome, mas eu sei que é pra mim, para um bom entendedor, meia palavra basta! E com tudo isso, eu não dou valor, não dou o braço a torcer, mas tem uma coisa, se hoje eu não dou o braço a torcer e não dou valor, é porque um dia não fui valorizado, e ficou cicatrizes marcadas no meu peito, não no peito fisicamente, mas sim por dentro, lá no interior ficou machucado, na verdade cicatrizes não é a palavra certa, até mesmo porque ainda não cicatrizou, ficou uma ferida, sim, uma ferida aberta, uma ferida que está sendo difícil de curar, tomo todos os “remédios” cabíveis e possíveis, mas nada cura, talvez seja porque essa ferida tenha outro nome, aquele nome que todos falam, mas quase ninguém sabe o verdadeiro significado, quem sabe é porque o nome disso é “Amor”, e um amor não se cura com outro, mais que provado e comprovado, até mesmo porque amor carnal existe só um, e o meu já tem dona “I.V.”, um dia me falaram que se eu ficar com tal pessoa, vou esquecer esse amor, e passar a amar a suposta pessoa, mas hoje eu sei, que quem me falou isso, nunca amou de verdade!

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